Conteúdo Pago: Mito ou Realidade?


Existe espaço para conteúdo pago na internet?  Esta é a resposta que muitos empreendedores e empresas de mídia gostariam de ter.  No site da McKinsey vi uma discussão muito interessante sobre o tema, que vale a pena ler.
Encontramos vários modelos de conteúdo pago na internet.  Para cada um existe algum case de sucesso.  Ainda assim, acredito que se tratam mais da exceção do que da regra.
Como o próprio artigo da McKinsey cita, o conteúdo pode ser cobrado, desde que ele precisa ter estas 3 características:
  • Ser necessário
  • Ser insubstituível
  • Não ser compartilhável
É aí que está o problema…  é muito difícil criar conteúdo assim.  A abundância de informações na internet gera a dificuldade dos dois primeiros itens, e as tecnologias disponíveis praticamente matam o terceiro.
Mesmo que você consiga gerar conteúdo com estas características, existe ainda outro problema.  Quando você fecha o conteúdo apenas para pagantes,  ele dificilmente será encontrado por sites de busca e o tráfego de visitantes é reduzido.
Por isso, eu defendo o seguinte modelo:  bastante conteúdo gratuito de qualidade para atrair visitantes, e um serviço premium (pago) para gerar receitas.  Tráfego relevante é fundamental para seus objetivos comerciais na internet.
Estas receitas podem vir de algum serviço relacionado com o conteúdo, incluindo consultoria, cursos, palestras, outros produtos digitais e até produtos físicos.
Se você está pensando em cobrar por seu conteúdo, avalie muito bem se ele cumpre com os requisitos acima.  De outra forma, investirá tempo e dinheiro em um produto que não irá atrair seu público alvo.
Lembre-se também que para toda regra há exceções.  Existem empreendedores na internet que obtiveram sucesso com conteúdo premium, devido à profundidade e qualidade do que estava sendo oferecido.  Ainda assim, é uma solução comercial para poucos.
Fonte: ogerente.com

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