A campanha eleitoral que se avizinha deverá ser um marco da entrada definitiva da era digital nas campanhas.Há quase 50 anos, a televisão é considerada a arma mais poderosa nas campanhas eleitorais de todo país.
Na última década, porem, a internet assumiu um papel cada vez mais importante na vida de todos nós e com toda a certeza assumirá um papel cada vez mais importante na política e no processo eleitoral.
Veja esse dado. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Nielsen On-line no começo de 2009, o Brasil é líder no uso de blogs e redes sociais: 80% dos brasileiros que navegam na internet participam de sites desse tipo e gastam neles um em cada quatro minutos de navegação.
Outro dado importante foi cruzado em 2008 e 2009: foram vendidos mais Pcs do que aparelhos de televisão. O Brasil também tem o maior número de telefones celulares.
Sou um dos quase 80 milhões de brasileiros que acessam a um serviço web, segundo as pesquisas mais recentes. E, como cada um desses, vou presenciar o encontro de duas situações complementares em combinação extremamente virtuosa: um ano de campanhas eleitorais com uso da internet pós-Obama e a celebração das redes sociais como a mídia mais importante da era digital.
Tenho convicção que mesmo os que não acessam com muita freqüência a rede, considerarão a postura do seu candidato no ambiente digital como um sinal positivo ou negativo de intenção de voto. Transparência, participação e proposta claramente colocadas na plataforma digital serão itens cobrados dos candidatos.
E olha não caberá ao candidato a decisão de está ou não na rede, utilizar ou não esse tipo de mídia, simplesmente ele queira ou não as redes, os internautas, estarão falando dele.
E, o que acontecer nesse ambiente, se transformará em mais e mais pautas para a mídia clássica.
E, ao chegar à campanha offline, certamente atingirá a quem não acessa a computadores impactando até mesmo quem nunca clicou um computador.
Pense Nisso.
Fonte: José Queiroz em 03/04/2010
0 comentários:
Postar um comentário